
no mix concreto
sorri a criança
pergunta
língua desconhecida
combate/ defesa
definir/ respeitar
limites/ clareza
tropeça e caí
fundo do poço
ante
reflexo
antenas
viram cobras
horror nos olhos
petrificado coração
demônios em paz
sem distúrbios
durmam monstros
injustos
moram no fim
silêncio
aperta o estômago
garganta
seca pensamento
conflito
escarceu
grito
o que te violenta?
guerra ou paz
cheiro de madeira velha
guardado
dos homens errados
pedi ao doutor
ajuste o coração
ele me disse
que era a flor
nascida ao sol
concreto asfalto
rebelde
não/ sim
transgressão
via simples
sim
por um instante
me confundi
por dor
vício ou amor
na dose precisa
controle a clarividência, menina!
passado
assombro
entre cabeçadas
rodo e giro
desejo contar
1+3
cromossomos
como somos
ainda não sei
hora dos anjos
perfeita para um rei.
.
.
.
1+3